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O Mundo da Escrita

  Conheci Martin Puchner há uns anos. O arquétipo do intelectual norte-americano: muito inteligente, hiperativo, com uma cordialidade descomplexada e aquela curiosidade desinibida de quem acha tudo novo e incrível ou potencialmente novo e incrível. Os seus livros mais académicos são uma fonte notável de ideias e dados, impressionante na sua amplitude, num tempo pouco dado a obras de visão panorâmica. Há alguns anos que tinha comigo esta sua primeira incursão em obras dirigidas ao grande público, mas só agora, talvez incentivado pelo sucesso de uma obra espanhola um tanto parecida, me dediquei a lê-lo. Puchner, numa série de vinhetas históricas desenvolvidas, procura compreender de que forma a escrita e os livros - todo o tipo de livros, desde filosóficos, teológicos, literários, líricos, etc. - afetaram as sociedades e as culturas. Para tão grande ambição, os exemplos teriam de ser limitados, e é o que acontece. Puchner foca-se mais em exemplos mais ou menos expectáveis - o mundo do Gi

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